domingo, 25 de setembro de 2011

Eu aprendi ...





Eu poderia falar por horas & horas oque esses meus 14 anos me ensinaram, mais não, resolvi falar um pouco sobre ele aqui nesse post. Aprendi que não importa quantas vezes você disser já vou para a sua mãe ela não vai parar de mandar você arrumar seu quarto, enquanto você não for arrumar logo, aprendi que tem uma época de sua vida que você come come come e o mais incrível não engorda, mais também tem aquela "maravilhosa" época em que você respira e já engorda 7 quilos, aprendi que quando você tem balas e o pessoal da escola perguntam se tem bala, você é obrigado a mentir, aprendi que do mesmo modo que os sorrisos vem & as lágrimas vem mais fácil ainda , aprendi que se você não quer que ninguém saiba é melhor não fazer, ou fazer bem feito, aprendi que a família é o seu tesouro mais importante, aprendi que seus melhores amigos vão te xingar e falar mal de você na sua cara, mais quando precisar deles eles vão estar lá , de braços abertos pra te socorrer quando você cair, aprendi que você só da valor as coisas quando elas se vão, aprendi que a saudade não é motivo suficiente para alguém voltar depois de você ter feito a ir embora, aprendi que sorrir é sempre bom, mesmo quando você não está tão "BOM " assim,  aprendi que arrependimento dá vontade de morrer, mais se foi feito não dá mais pra voltar atrás, então agora é só seguir enfrente, porque Deus te guarda algo muito melhor do que ele tirou, aprendi tantas coisas, & ainda vou aprender muito mais coisas nesses meus 80 anos de vida que ainda virão, sei que ainda vou quebrar a cara muitas vezes para aprender muito mais coisas, por tanto não vou me desesperar quando um erro for cometido sei que eu vou ter uma segunda chance para concertar

terça-feira, 20 de setembro de 2011

a dor !



Já percebeu que quando algo te dói e te dói profundamente você fala sobre ela ? é como se todas as vezes que você falasse diminuísse a dor imensa que você sente a dor que corrói teu peito como acido úrico, a verdade é que a dor não diminui apenas perde seu valor, deixa de ser a TENEBROSA dor para se tornar simplesmente  " aquela " dor, a dor de um coração partido, de um alguém que já se foi, de uma crise mal resolvida, de um casamento mal elaborado, a dor de amar e não ser amado, essa dor é diferente, vem mais pra uns menos pra outros, eu sei bem como é , na hora é só pressão o caos intenso e você mal sabe oque pensar, como deve agir oque deve fazer e se esforça ao máximo para ficar de pé, não precisa, pode sentar não tenta tampar a chuva com a peneira, deixe ela vir , deixe ela molhar, depois é só se secar, não esconda a dor, não a ignore, não finja que ela não está lá, fale sobre ela, faça com que ela perca teu valor, só assim abri espaço para ela comprar o imóvel que há no teu peito, só dando espaço para dor haverá espaço para alegria consegue entender agora ?
 ignorando ela você irá ignora a você mesmo , portanto abra um espaço para ela abra os braços e deixe ela vir, como tem de vir, lembra que uma vez eu disse que primeiro é a tempestade e depois o arco-íris ? pois é, essa é uma dessas situações.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Raul Seixas - Canto para a minha morte

Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar
Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,
E que está em algum lugar me esperando
Embora eu ainda não a conheça?
Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida
Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... Um acidente de carro.
O coração que se recusa abater no próximo minuto,
A anestesia mal aplicada,
A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...
Oh morte, tu que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem,
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...
Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida

A brincadeira do compasso

 

Eu não acreditava nessas paradas de brincadeira do compasso, brincadeira do copo, espírito preso e os carai a 4, mais a uns dias atrás na escola surgiu a ideia de fazer a brincadeira do compasso, só que não sabíamos como funcionava fiquei de ver como se fazia e no dia seguinte bricavamos, mais no dia seguinte esquecemos disso, e esse assunto foi pra bem longe, mais hoje mais uma vez falaram vamos fazer a brincadeira do compasso já que não temos nenhum copo virgem aqui, tudo bem, eu quis jogar, é eu já sabia como funcionava porém nunca tinha brincado, no começo não estava com medo e de certo modo estava achando aquilo engraçado, e jogamos a primeira partida e nada demais aconteceu, só que o compasso caía sempre no não quando pedíamos para encerrar o jogo, enfim entre milhares de tentativas ele caiu no sim, eu queria parar porque não tinha graça sei lá, bom, todos que não estavam jogando e que estavam de fora olhando saíram de perto foram para o outro lado da sala faziam rodinhas e conversavam sem parar, e nós lá sem ter oque fazer então resolvemos fazer mais uma vez, dessa vez começou a ficar mais interessante, tudo bem que as pessoas que estavam jogando não eram tão interessantes assim rs, mais o jogo em si estava esquentando, perguntávamos sem parar, soubemos que aquilo que mexia o compasso era homem, 35 anos, era do mal & seu nome é Minop, até ai nada demais, o jogo começou a ficar lento e chato como o da primeira vez, então a Mayara pediu permissão pra sair, e o compasso parou de se mexer no não, beleza, ficamos bem o jogo começou a esquentar novamente e eu até me arrepiei, perguntamos você realmente está ai Minop ? e o compasso parou no sim, então o David perguntou, você quer provar que está aqui ? e compasso mais uma vez parou no sim, o gustavo um tanto quanto insistente perguntou você vai provar agora que está aqui ? e sem surpresas ele parou no sim, então ele disse então prova logo eu apenas sorri porque achei engraçado ele gritando com um compasso, nessa hora a Mayara colocou a mão no bolso da jaqueta e disse meu celular ta vibrando e o Robsson que estava com o celular na  mão falou, o meu também, ai o David falou meu celular também ta vibrando, tá confesso que comecei a ficar assustada, mais tudo bem podia ser apenas uma GRAANDE conhecidencia não é ?, não, voltamos a perguntar, perguntamos se foi ele que tinha feito aquilo e ele respondeu que sim, perguntamos aquilo não foi só uma conhecidencia ? e o compasso foi ao não, e então colocaram os três celulares sobre a mesa, e chegou a minha vez de perguntar eu um pouco nervosa segurava o compasso meio tremula, então perguntei você pode fazer isso outra vez ? e o compasso caiu ao sim nessa hora os três celulares vibraram em cima da mesa ao mesmo tempo, larguei o compasso e sai correndo assim como todos que estavam jogando, três celulares vibrarem do nada ao mesmo tempo uma vez tudo bem, mais e duas ?  o David lembrou que tínhamos que pedir permissão pra sair do jogo , voltamos lá, é eu já estava com lágrimas sobre os olhos, com as pernas tremulas, e um arrepio que chegava até a minha coluna, e então ele pediu permissão para encerrar o jogo e a permissão foi concedida, nunca passei um susto tão grande em toda a minha vida, pra quem não acreditava e estava até achando engraçado foi uma surpresa e tanto, é eu sei que não acreditava, e estava zombando daquilo mais é verdade, ele se mexe sem muito esforço, eu sei que não é uma brincadeira sagrada de modo nenhum seria isso, peço a vocês que não brinquem com isso, porque aquilo é real, e não para, se ele não deixar você sair , você tem que continuar até até ... até ele acabar o problema é que ele acaba quando ele quer, eu sei que você não acredita e nem sente medo, não agora não é ? quer dizer você nem viu oque aconteceu, eu posso estar mentindo não é ? ai fica um pouquinho mais difícil de acreditar, eu sei que a curiosidade para fazer isso é enorme, se quer jogar , jogue , mais assuma suas responsabilidades depois disso, espero que vocês saibam oque fazer, bye bye (: